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“Einstein certa vez havia dito que o conhecimento das soluções da Natureza tinha como conseqüência faze-lo acreditar em um Ser Superior responsável pela perfeição com que as leis foram concebidas.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"O cuidado que se deve tomar é de não deixar que o conhecimento sepulte a intuição."

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Ciência
Entrevista com o Cientista Wladimir Guglinski

Continuação da Entrevista - 3ª Parte 

SóCultura - Um assunto que se destaca no mundo hoje é a Clonagem. Muitos cientistas especulam sobre como seria o clone de grandes homens como Gandhi, Jesus ou Einstein. Qual a sua opinião sobre esse tema?

Guglinski - Na minha opinião há muito equivoco nesta questão dos clones, porque atualmente o clone é abordado pela comunidade cientifica do ponto de vista materialista.

Se, por exemplo, Einstein nascesse no Século 21, poderia tornar-se um simples cientista medíocre. O que despertou a chama criadora de Einstein no início do Século 20 foi o ambiente de perplexidade que ele viveu naquele tempo. A inteligência precisa de motivação para se desenvolver. A inteligência é emocional. Se Einstein não tivesse tido a motivação, ele poderia ter sido um cientista sem qualquer talento especial. Veja as motivações que ele teve. Ele era judeu. Não bastasse isso, na infância ele era rejeitado, e tornou-se introvertido. Sua frase "busquei nas estrelas o que não encontrei entre os homens" revela que sua inteligência superior foi despertada por uma ânsia de cunho emocional.

Se fizéssemos um clone de Einstein hoje, e esperássemos um clone genial com inteligência excepcional, deparar-nos-íamos com duas dificuldades:

1) Primeiro que a inteligência não é atributo do cérebro. O espírito de Einstein não iria encarnar no seu clone. Nesse caso esse clone não teria a inteligência que o espírito de Einstein adquiriu ao longo de diversas encarnações. Aliás, as experiências com clonagem vão mostrar isso para a comunidade científica, pois no futuro os clones humanos irão demonstrar que a inteligência não é atributo do cérebro. Os cientistas vão descobrir que o clone de uma pessoa inteligente poderá ter inteligência medíocre.

2) Segundo que o ambiente em que o clone de Einstein se desenvolveria hoje seria diferente daquele em que Einstein viveu. O fator inteligência emocional, que aguçou a inteligência de Einstein, estaria ausente no desenvolvimento do clone. Este seria apenas uma cópia de inteligência vulgar.  

SóCultura - Como o senhor enxerga o futuro de nossa humanidade, considerando o atual estado de calamidades, problemas e crises pelas quais passa o nosso planeta?

Guglinski - Para fazermos uma previsão sobre o futuro da evolução da Humanidade, teríamos que faze-lo com base em considerações racionais. Mas o homem tem um comportamento irracional. Então como poderíamos prever racionalmente a evolução, se o comportamento humano, do qual depende a evolução, é irracional?

No final do Século 19 a Humanidade estava esperançosa. A tecnologia tinha alcançado um nível que prometia proporcionar uma vida confortável para todos. Acreditava-se que nunca mais haveria guerras.

O começo do Século 20 demonstrou o quanto estavam errados os idealistas do século anterior. Logo no começo do novo século, estourou a Primeira Grande Guerra. Depois de 20 anos sobreveio a segunda, a mais terrível que a Humanidade jamais vira. A tecnologia, que os idealistas imaginavam que seria empregada para promover o bem-estar, passou a atender aos fins militares. Assim que Santos Dumont alçou vôo, o primeiro pensamento dos militares foi o de transformar a invenção em arma de guerra. A ciência estava a serviço da destruição. A energia nuclear foi desenvolvida para arrasar duas cidades japonesas. Por proezas tais como a da bomba atômica e do extermínio em campos de concentração, e se a Humanidade sobreviver, no futuro o Século 20 será lembrado como o mais sombrio da História. Depois da Segunda Grande Guerra, não houve trégua: as guerras continuavam sobre a superfície de todo o planeta. Não há como fazer qualquer previsão.

Existe também a questão econômica. Veja, os povos lutam porque têm fome. Como têm fome, precisam de terra. Quem não tem terra, vai à luta. Sempre foi assim, desde a pré-história.

Alguns lutam depois que, saciada a fome, dirigentes megalomaníacos querem exacerbar seu ego, a pretexto de disseminar a cultura de seu povo sobre o globo, como Alexandre, César, Napoleão e etc. Paranóicos como Hitler ascendem ao poder, e homens como Bush são eleitos pelo povo da nação mais poderosa do planeta. O pacto de Kyoto é injusto, porque tenta salvar o planeta à custa de ameaçar o "american way of life".

Quando Napoleão encomendou um retrato a um pintor, o artista retratou-o jogando bilboquê, sendo que a esfera era o globo terrestre. Napoleão não percebeu a ironia, e ficou lisonjeado, pensando que o pintor quisera retratar o poder que Napoleão tinha nas mãos (de decidir o destino do mundo), porque não entendeu que o artista na verdade quis mostrar que o planeta era um simples brinquedo nas mãos de um lunático irresponsável. Se Bush encomendar um retrato, o artista vai ter que pintá-lo jogando nosso planeta em uma lata de lixo.

Como podemos prever o que nos reserva o futuro?

Qual a população mundial atualmente? Já nem sei, era de 6 bilhões há alguns anos atrás. Mas se todos os países do mundo tivessem o padrão de vida americano, o planeta hoje seria um grande depósito de lixo, e nem haveria mais sinal da camada de ozônio. No entanto, cada país subdesenvolvido do terceiro mundo sonha em atingir o padrão consumista dos EUA, pois considera-se que seja a solução para se erradicar a pobreza. Mas fatalmente, no ritmo em que estamos, isso vai custar a vida do planeta.

SóCultura - Vamos falar do seu livro. Foi escrito apenas para os cientistas? Qual a importância dele para as pessoas que não têm conhecimento profundo da ciência moderna?

Guglinski - O livro não é apenas para estudiosos e cientistas. Não é preciso um conhecimento profundo de ciência. Mas é bom que a pessoa já conheça os princípios gerais da Física Moderna. Por exemplo, é bom que a pessoa saiba o que é a Mecânica Clássica de Newton, o que é a Relatividade, o que é a Física Quântica. No livro eu faço um ligeiro esclarecimento desses assuntos para o leigo, mas é bom que ele já os conheça, pois o objetivo do livro não é explicar a Relatividade e as teorias da Física Moderna, já que existem diversos livros disponíveis nas livrarias, que dão uma boa idéia das teorias modernas. 

No meu livro estão expostas demonstrações que provam que é possível encontrar lógica nas soluções da Natureza. O leitor vai seguindo, passo a passo, as demonstrações que são exibidas. No livro mostram-se as falhas das teorias vigentes, e mostra-se por que a lógica das teorias modernas está errada. Mostram-se também as soluções que devem ser adotadas. E passo a passo o leitor vai comprovando a veracidade do que está exposto no livro. Há diversas figuras no livro, através das quais o leitor vai compreendendo o seu conteúdo.

Quanto à importância que o livro possa ter para as pessoas, acho que cada um deve avaliar isso por si próprio. Pois façamos a pergunta de outra forma: "Qual a importância da Teoria da Relatividade para o leitor leigo"?

Ora, certamente aqueles que se interessam em saber das novidades descobertas na Física tem esse interesse despertado pela curiosidade de saber como a Natureza produz os fenômenos. Ser detentor de tal conhecimento é de suma importância, pois é através de tal conhecimento que dominamos a Natureza, e a colocamos ao nosso dispor, através do desenvolvimento da tecnologia (que se desenvolve graças ao conhecimento adquirido pelo desenvolvimento das teorias). Qual a importância de conhecer o mecanismo do funcionamento de um motor a gasolina? Para aquele que nunca vai abrir e consertar um motor, do ponto de vista prático não tem qualquer importância saber como o motor funciona. Mas quem é curioso certamente quer saber como funciona um motor por dentro.

Mensagem Final - Conhecimento e Intuição

O trabalho que desenvolvi foi certamente motivado por necessidade de uma reflexão sobre a visão de vida que eu tinha (que herdei do conhecimento científico que estava a meu dispor).

É a insatisfação que nos move.

Mas ninguém fica insatisfeito se não tiver conhecimento do que é existente até o momento. A insatisfação só aparece no momento em que se verifica que o conhecimento disponível não reflete a realidade. 

O conhecimento só podemos adquirir através da leitura.

O senso de realidade, que iremos confrontar com o conhecimento adquirido da leitura, nós só podemos extrai-lo de nosso interior. Só conhecimento não basta. Einstein dizia que a intuição é mais poderosa que conhecimento.  Mas a intuição precisa ser adubada pelo conhecimento. O cuidado que se deve tomar é de não deixar que o conhecimento sepulte a intuição.

“A descoberta e o conhecimento dos "detalhes" de como Deus realizou sua Criação proporcionam ao cientista um êxtase que pode ser comparado ao êxtase do crente diante de uma experiência mística.” Wladimir Guglinski

"O que faz com que a ciência, tão ciosa de resultados palpáveis e mensuráveis, não possa chegar por si mesma à conclusão óbvia, de uma obviedade infantil, de que somente uma Vontade superior poderia ter inserido no Universo leis assim tão perfeitas e abrangentes? Que estranha e poderosa força é essa, que cerra os lábios dos discípulos da ciência e os impede de balbuciar para si mesmos a palavra "Deus"? Orgulho intelectual? Presunção de saber? Medo? Vergonha?" Roberto C.P. Júnior

 

LEITURA

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A Mensagem do Graal "NA LUZ DA VERDADE" é uma obra editada em três volumes e contém todos os esclarecimentos a respeito da existência do ser humano: de onde viemos, para onde vamos e por que existimos. Esclarece as causas mais profundas dos muitos sofrimentos que o ser humano apresenta, mostrando por sua vez a maneira de se libertar deles. É algo completamente novo, não tendo conexão alguma com as filosofias ou crenças religiosas existentes. 

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Compilação de pensamentos e citações de Einstein sobre assuntos variados, como a América, a guerra, os judeus, até assuntos mais pessoais, como aborto,mulheres, juventude e velhice. O gênio da física conta seu lado mais humano.                                    

    

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