Aproveite
a nossa parceria com as livrarias Siciliano e Cultura e receba em
casa os melhores livros selecionados pela nossa equipe
Espiritualidade
Considerações sobre Energia, Espaço,
Tempo e Matéria
Por
Fernando Ribeiro dos Santos
Inércia, Gravidade e Relatividade
Atualmente
existem vários dogmas da ciência. Como, por exemplo, a afirmação que
não existe nada no espaço vazio, que a velocidade da luz é constante
no vácuo absoluto, que sua velocidade independe do movimento da
fonte emissora, que há uma rígida equivalência entre massa e
energia, etc..
O Professor Menahen
Simhonhy, da Universidade Hebraica de Jerusalém, descreve em seu livro
Matter Space and Irradiations, como seria possível explicar o espaço
vazio do Universo. Ele mostra detalhadamente como ocorre o fenômeno da
inércia e da propagação da luz. Ele sugere a existência de um meio que
ocupa todo o espaço e chama esse meio de EPOLA - Electron Positron
Lattice.
O espaço vazio
permite uma interação à distância; isso sempre foi observado e é de
fácil constatação. Como a ciência nunca conseguiu esclarecer esse
fenômeno, designou o termo “campo de força” para se furtar ao
vexatório “ignoramus”. A ciência não aceita a identidade física do
espaço como tendo uma estrutura que permita carregar forças e
energias, por uma simples falta de humildade em rever antigos
conceitos e mudar de opinião.
O Professor Simhony
também explica em seu livro que partículas atômicas podem se mover a
velocidades acima da velocidade da luz através do Epola. Ao contrário
do que a ciência tem como axioma, velocidades acima de 300 mil
quilômetros por segundo já foram alcançadas e observadas,
especialmente em processos nucleares.
Para confirmar
essas novas descobertas que abalam os axiomas da ciência atual,
existem outros cientistas que estão contribuindo para derrubar várias
falsas verdades existentes na ciência. Mas, apesar das muitas provas,
a ciência ortodoxa resiste tenazmente.
O Dr. Hector Muñera,
físico nuclear do Centro Internacional de Física de Bogota D.C.
Colombia, publicou a revisão dos resultados do famoso experimento de
Michelson-Morley.
Este experimento
foi conduzido originalmente em 1887 por Albert Michelson e Edward
Morley para medir a velocidade da Terra através do “aether”.
Utilizaram um interferômetro adaptado, ou seja, um aparelho provido de
dois espelhos e de uma única fonte de luz que reflete os feixes
simultaneamente, retornando-os por caminhos diferentes, a um único
detector. Procuraram medir franjas de batimento de ondas quando o
aparelho era girado em 90 graus, de forma que um dos feixes de luz
ficasse ora na mesma direção da rotação da Terra e de seu movimento
orbital, ora em posição ortogonal à órbita da Terra. Franjas, no
linguajar científico, são ondas que aparecem após um batimento entre
duas outras. Podemos ver isso quando jogamos duas pedras em um lago e
vemos suas ondas se encontrando e provocando uma nova onda derivada
delas.
O Dr. Muñera
observou que nos registros originais houve, sim, a detecção de franjas
de batimento de ondas, negadas na época da primeira experiência.
Entretanto, isso foi desconsiderado devido a erros de cálculos na
obtenção das médias coletadas, além de outras impropriedades na
condução daquela experiência. O resultado publicado originalmente não
constatou a existência de “franjas” e conseqüentemente afirmou que não
havia o “aether” como meio transmissor. Recentemente, na Universidade
de Chicago, essa mesma experiência foi refeita e constatou-se
claramente as franjas de batimento de ondas. Existe portanto um meio,
talvez o Epola, onde as ondas eletromagnéticas se propagam, de modo
que não há espaço vazio no chamado vácuo absoluto. Infelizmente,
existem muitos outros erros que estão na interpretação de Compenhagen
referentes à mecânica quântica e nada na ciência se modifica.
Einstein rejeitou
algumas interpretações de Copenhagen e chegou a afirmar o seguinte:
“Desde que os matemáticos invadiram a teoria da relatividade, eu mesmo
não a compreendo mais”. O físico R. Feyman, detentor do prêmio Nobel,
autor do livro QED Quantum Eletro Dinamics, também disse em 1967:
“Posso afirmar com segurança que ninguém entende a mecânica quântica”.
Mesmo assim, a
ciência não revê seus axiomas. Bilhões de dólares são gastos com
pesquisas, muitas sem rumo certo, sendo até uma necessidade crônica
para a manutenção de um exército de cientistas e trabalhadores que
ficariam, de repente, sem a possibilidade de um emprego.
Inércia é a tendência que qualquer corpo tem de
manter seu estado preexistente de repouso ou movimento. Segundo o
Professor Simhony, tudo na matéria esta imerso no Epola. Ao mudar de
posição, com acréscimo ou decréscimo de sua velocidade, um corpo tem
que superar a carga eletrostática desse meio permeável, dependendo da
direção que toma, e quando se estabiliza novamente fica com esse novo
nível eletrostático incorporado. A isso chamamos de energia potencial
de um corpo. Nenhum corpo está em repouso com relação ao Epola. Há
sempre um movimento presente, seja na rotação da Terra, no circular de
sua órbita, do sistema solar na Via Láctea, da Via Láctea em torno de
seu centro e assim por diante. Como ele é um meio que preenche tudo,
torna-se a referência básica com relação a todos os sistemas de
coordenadas.
O nosso universo é finito, e portanto é um sistema
de referência para nós “absoluto”, ou seja, para tudo o que está
contido nele. A relatividade existe entre os vários outros sistemas de
coordenadas menores que se movimentam dentro do nosso universo. Com
referência ao Universo como um todo, que é finito, não ha nenhuma
relatividade.
O Criador nos deu a
permissão de atuar dentro da Natureza, desde que isso seja feito em
obediência às suas Leis Perfeitas. Caso contrário, com o abuso e
aplicação errada da força emprestada, somente confusão e
desmoronamento, e por fim miséria, desespero, destruição e finalmente
morte ocorrerá. Isso observamos por toda a parte, infelizmente.
Como temos o
livre-arbítrio, podemos modificar o nosso ambiente segundo nossa
própria vontade, seja em que direção for. Se utilizarmos esse arbítrio
em sentido coerente, as Leis da Criação, que são as mesmas existentes
na Natureza intocada, produziremos riquezas, bem estar, harmonia,
valores duradouros. Se direcionarmos nossa vontade contra as Leis da
Criação então essa força mais cedo ou mais tarde fará tudo voltar ao
natural, como devia ser, ou seja, de acordo com a Vontade do Criador,
destruindo automaticamente tudo o que for imperfeito, inclusive os
causadores disso. Quem não se esforçar para descobrir o funcionamento
das Leis do Criador, e espontaneamente se adequar a elas, acabará por
encontrar a segunda morte mencionada na Bíblia, a morte espiritual.
A força da
gravidade é também um efeito da vontade superior. Aqui, porém,
trata-se do efeito do “afastamento da fonte original” de onde
promanou. Como efeito secundário, produz a força de atração para o
centro dos astros. Tais aglomerados de matéria estão a distâncias
inimagináveis da fonte primordial, e por isso podem exercer atração de
tudo para o seu centro, temporariamente. Essas irradiações que atraem
estão contidas dentro dos átomos que formam os astros com suas órbitas
em equilíbrio provisório, até que a entropia aumente tanto, no
circular eterno, que se desintegrem e recebam um novo impulsionar.
Irradiações estão contidas dentro dos átomos. Nas
moléculas, essas irradiações atuam modificadamente. As quatro forças
conhecidas pela ciência: gravidade, força nuclear forte, fraca e
eletromagnética são efeitos dessas irradiações modificadas, conforme
suas combinações. Isso pode ser visto em profusão nas Leis da
natureza. A luz é a mais evidente forma de irradiação facilmente
observada na matéria.
O Professor Feyman
explica em seu livro como funciona um detector de fótons. Ele afirma
que a luz é uma partícula, porque o detector de luz mede a emissão de
luz em quantidades discretas, mesmo que essa luz seja cada vez mais
fraca. Contudo, ele mesmo sugere que esse fato poderia ser explicado
por causa da falta de sensibilidade do próprio detector. Se o aparelho
não fosse capaz de detectar uma emissão de luz suficientemente fraca,
então a luz poderia ser um fenômeno ondulatório e a quantificação
seria uma limitação do detector. Nesse ponto o Professor simplesmente
descarta essa possibilidade, afirmando que todos os detectores foram
construídos com sensibilidade suficiente para medir as
mais fracas emissões de luz, e que mesmo assim continuavam a detectar
o mesmo resultado quantificado, e daí afirmou que a luz é uma
partícula. Ele preferiu afirmar que a natureza é absurda ao invés de
reconhecer que a ciência não é capaz de fabricar um detector
suficientemente sensível e se conformar que a luz é um fenômeno
ondulatório apenas.
Desde a teoria da complementaridade apresentada por
Neils Bohr (1885-1962) e da dualidade onda-partícula por Louis de
Broglie (1892-1987), a luz continua sendo considerada até hoje como
dualmente corpuscular e ondulatória. Na realidade, é apenas a mais
evidente forma ondulatória irradiante de matéria, como é em essência
toda a matéria.
Podemos aceitar,
para fins práticos e de cálculo, uma quantização da luz irradiada,
porque suas ondas trazem quantidades de energia em grupos
concentrados. Mas daí dizer que a luz se reduz a corpúsculos, não
condiz com a verdade. As matérias são apenas irradiações que
percebemos pela forma e cor. A luz, que também é matéria, nos
possibilita ver as formas e cores através de sua reflexão ou absorção
causadas pelos outros “corpos”. Todos os “corpos” são campos de força
que podem ser sentidos ou detectados, mas em essência não são corpos
sólidos.
Nos experimentos de
física nuclear, se descobrem cada vez mais partes adicionais dos
átomos, as quais são batizadas com nomes variados, como: grávitons,
fótons, glúons, quarks, léptons, gauge bósons etc., mas na medida em
que se entra na intimidade de um “corpo”, vemos que tudo continua
sendo apenas irradiações percebidas em formas.
O ser humano tem
que se conformar que não pode investigar além de sua própria
constituição. Para poder aprender algo acima de sua constituição,
precisa de auxílios superiores. Tem que se tornar novo, abandonando
totalmente o velho. Não podemos, por exemplo, perceber o termo
infinito e o sentido da eternidade. Isso já não é acessível ao cérebro
humano. A ciência, como obra do cérebro humano, é fragmentária e como
tal tem de permanecer.
Apenas com os
nossos sentidos não percebemos os átomos, moléculas e íons dos quais
os corpos atômicos são constituídos. Por essa razão, percebemos os
corpos como objetos sólidos e contínuos. Entretanto, já em 1911
Rutherford mostrou em seu experimento que partículas alpha (núcleos do
átomo de hélio), podem atravessar sem impedimento folhas de metal. As
massas e volumes dos elétrons são milhares de vezes menores do que as
massas e volumes dos núcleos dos átomos. Somente um quadrilionésimo
do volume de qualquer átomo é preenchido pelo volume de seu núcleo
somado aos elétrons de que é constituído. Conseqüentemente, a quase
totalidade de qualquer átomo é apenas “espaço vazio”. Para uma
comparação simples, os volumes do Sol e de todos os planetas e outros
corpos do nosso sistema solar enchem menos do que um trilionésimo
(um milionésimo de milionésimo) de seu volume total. Conseqüentemente,
os átomos são ainda muito mais “vazios” do que o nosso sistema solar.
Por causa do aparentemente espaço vazio, as moléculas e os íons e
todos os corpos, incluindo nós mesmos, somos constituídos de “espaço
vazio” também. Quando adentramos mais e mais dentro do núcleo, outras
sub-partículas aparecem e, novamente, constatamos mais e mais “espaço
vazio”.
Conforme expõe o
Professor Marmet em seu livro, a velocidade da luz depende do
movimento da fonte emissora. Ele afirma isso e demonstra
irretorquivelmente esse fato, indo frontalmente contra o que é aceito
pela ciência moderna. O chamado “efeito Sagnac”, publicado em 1914
(M.G.J. de Physics, ed.1914,4,177-195) e demonstrado diversas vezes, é
uma prova inquestionável disso. Ao contrário do que a ciência
atualmente afirma, a luz ou qualquer irradiação eletromagnética leva
mais tempo ao caminhar em direção oeste do que em direção leste.
Michelson e Gale também confirmaram esse fenômeno com uso de ondas de
rádio em 1925, e recentemente Bilger H.R. fez o mesmo com o uso do
Laser (IEEE Trans.44,No:2,p.468-470).
O consagrado “efeito Sagnac” está presente nos
cálculos matemáticos do GPS (Global Positioning System). Esse
conhecido sistema utiliza em seus cálculos essa correção para poder
fornecer em tempo real a posição de qualquer veículo em movimento. Ele
é usado para definir a posição de aviões em pleno vôo. O sistema GPS
necessita de correções caso o avião voe para leste ou oeste. Não
fossem esses ajustes ele indicaria posições erradas, inviabilizando o
sistema, exatamente porque a fonte emissora se afasta ou aproxima do
satélite conforme a direção tomada pelo avião.
Einstein derivou
sua fórmula E=m.c²
a partir do cálculo da radiação eletromagnética de um elétron se
movendo em um campo eletromagnético. Ele generalizou esse resultado,
que foi derivado apenas do movimento de elétrons, fazendo-o valer para
qualquer ponto de matéria. Sobre isso ele escreveu : “válido também
para massas ponderáveis”. Ele igualou energia de irradiação
eletromagnética com qualquer outra energia quando disse: “O fato de
que a energia retirada de um corpo se torna energia radiante
evidentemente não faz nenhuma diferença, porque a massa de um
corpo é a medida de seu conteúdo de energia; se a energia muda em E a
sua massa muda da mesma forma em E/c².”
Segundo o Prof.
Simhony, isso não é inteiramente válido. Espécies diferentes de
energia não são necessariamente equivalentes. Certas espécies são mais
próximas a uma equivalência, e outras menos. Por exemplo, apenas uma
parte da energia térmica de um corpo pode ser convertida em energia
mecânica. A energia elétrica é a mais versátil e a que mais se
aproxima dessa igualdade, quando convertida em energia irradiante.
Acrescenta ainda o
professor Simhony que é muito importante em física ter sempre em mente
que fórmulas matemáticas contêm somente quantidades. Se em um lado da
equação a fórmula apresenta quantidades e do outro espécies diferentes
de energia, então a fórmula equaciona somente quantidades, não
espécies diferentes.
Tudo esta
mergulhado no antigo “aether” sempre negado pelos grandes cientistas.
Galileu foi quase queimado na fogueira ao afirmar que a Terra girava
em torno do Sol. Mesmo voltando atrás para livrar-se do suplício,
ficou retido em prisão domiciliar até sua morte. Atualmente o mesmo
poderá ocorrer simbolicamente a esses verdadeiros cientista que
colocam as teorias atuais em cheque. Os dogmas das Igrejas estão
caindo no ridículo e os da ciência vão pelo mesmo caminho.
No universo todo,
inclusive nessa matéria grosseira, somente existem irradiações que
preenchem todo o “espaço vazio”. Pelas variadas combinações, as
irradiações se modificam e causam inúmeros efeitos, como se pode
observar em todas as substâncias e fenômenos. Não são “corpos
materiais” na acepção da palavra mas apenas campos de força
provenientes de irradiações. Tudo é incandescido por uma atuação
especial de seres ou entes que movimentam e mantêm o funcionamento da
natureza nas matérias de todos os astros, vibrando automaticamente na
vontade superior. Os seres da natureza não possuem livre-arbítrio e
vibram incondicionalmente na Vontade do Criador. Eles são o exército
do Criador, e sem a atuação desses entes, que não são da espécie
humana, nada haveria de incandescido na matéria grosseira.
Infelizmente, aqui
também a raça humana sepultou o amplo conhecimento de outrora da
existência e atuação desses seres. Hoje em dia, somente há relatos
totalmente distorcidos de sua existência na forma de lendas, mitos e
contos de fadas.