Home

    E-Mail

ESPIRITUALIDADE

Você está em : Página Inicial > Espiritualidade

Arte

História da Arte

Música

Cultura

Filosofia

História

Ciência

Economia

Literatura

Sociedade

Espiritualidade

Poesia

Canal Universitário

Administração

Informação

Livros

Sites Culturais

Artigos em Destaque

 

Outros Destaques

Noite em claro : o espírito pede socorro

Entrevista com o cientista Vladimir Guglinski
Os limites da ciência
Carma
A missão de Jesus

A Antiga Babilônia

 

Aproveite a nossa parceria com as livrarias Siciliano e Cultura e receba em casa os melhores livros selecionados pela nossa equipe

 


           

 Espiritualidade
Considerações sobre Energia, Espaço, Tempo e Matéria

 Por Fernando Ribeiro dos Santos

Inércia, Gravidade e Relatividade

Atualmente existem vários dogmas da ciência. Como, por exemplo, a afirmação que não existe nada no espaço vazio, que a velocidade da luz é constante no vácuo absoluto, que sua velocidade independe do movimento da fonte emissora, que há uma rígida equivalência entre massa e energia, etc..

O Professor Menahen Simhonhy, da Universidade Hebraica de Jerusalém, descreve em seu livro Matter Space and Irradiations, como seria possível explicar o espaço vazio do Universo. Ele mostra detalhadamente como ocorre o fenômeno da inércia e da propagação da luz. Ele sugere a existência de um meio que ocupa todo o espaço e chama esse meio de EPOLA - Electron Positron Lattice.

O espaço vazio permite uma interação à distância; isso sempre foi observado e é de fácil constatação. Como a ciência nunca conseguiu esclarecer esse fenômeno, designou o termo “campo de força” para se furtar ao vexatório “ignoramus”. A ciência não aceita a identidade física do espaço como tendo uma estrutura que permita carregar forças e energias, por uma simples falta de humildade em rever antigos conceitos e mudar de opinião.

O Professor Simhony também explica em seu livro que partículas atômicas podem se mover a velocidades acima da velocidade da luz através do Epola. Ao contrário do que a ciência tem como axioma, velocidades acima de 300 mil quilômetros por segundo já foram alcançadas e observadas, especialmente em processos nucleares.

Para confirmar essas novas descobertas que abalam os axiomas da ciência atual, existem outros cientistas que estão contribuindo para derrubar várias falsas verdades existentes na ciência. Mas, apesar das muitas provas, a ciência ortodoxa resiste tenazmente.

O Dr. Hector Muñera, físico nuclear do Centro Internacional de Física de Bogota D.C. Colombia, publicou a revisão dos resultados do famoso experimento de Michelson-Morley.

Este experimento foi conduzido originalmente em 1887 por Albert Michelson e Edward Morley para medir a velocidade da Terra através do “aether”. Utilizaram um interferômetro adaptado, ou seja, um aparelho provido de dois espelhos e de uma única fonte de luz que reflete os feixes simultaneamente, retornando-os por caminhos diferentes, a um único detector. Procuraram medir franjas de batimento de ondas quando o aparelho era girado em 90 graus, de forma que um dos feixes de luz ficasse ora na mesma direção da rotação da Terra e de seu movimento orbital, ora em posição ortogonal à órbita da Terra. Franjas, no linguajar científico, são ondas que aparecem após um batimento entre duas outras. Podemos ver isso quando jogamos duas pedras em um lago e vemos suas ondas se encontrando e provocando uma nova onda derivada delas.

O Dr. Muñera observou que nos registros originais houve, sim, a detecção de franjas de batimento de ondas, negadas na época da primeira experiência. Entretanto, isso foi desconsiderado devido a erros de cálculos na obtenção das médias coletadas, além de outras impropriedades na condução daquela experiência. O resultado publicado originalmente não constatou a existência de “franjas” e conseqüentemente afirmou que não havia o “aether” como meio transmissor. Recentemente, na Universidade de Chicago, essa mesma experiência foi refeita e constatou-se claramente as franjas de batimento de ondas. Existe portanto um meio, talvez o Epola, onde as ondas eletromagnéticas se propagam, de modo que não há espaço vazio no chamado vácuo absoluto. Infelizmente, existem muitos outros erros que estão na interpretação de Compenhagen referentes à mecânica quântica e nada na ciência se modifica.

Einstein rejeitou algumas interpretações de Copenhagen e chegou a afirmar o seguinte: “Desde que os matemáticos invadiram a teoria da relatividade, eu mesmo não a compreendo mais”. O físico R. Feyman, detentor do prêmio Nobel, autor do livro QED Quantum Eletro Dinamics, também disse em 1967: “Posso afirmar com segurança que ninguém entende a mecânica quântica”.

Mesmo assim, a ciência não revê seus axiomas. Bilhões de dólares são gastos com pesquisas, muitas sem rumo certo, sendo até uma necessidade crônica para a manutenção de um exército de cientistas e trabalhadores que ficariam, de repente, sem a possibilidade de um emprego.

Inércia é a tendência que qualquer corpo tem de manter seu estado preexistente de repouso ou movimento. Segundo o Professor Simhony, tudo na matéria esta imerso no Epola. Ao mudar de posição, com acréscimo ou decréscimo de sua velocidade, um corpo tem que superar a carga eletrostática desse meio permeável, dependendo da direção que toma, e quando se estabiliza novamente fica com esse novo nível eletrostático incorporado. A isso chamamos de energia potencial de um corpo. Nenhum corpo está em repouso com relação ao Epola. Há sempre um movimento presente, seja na rotação da Terra, no circular de sua órbita, do sistema solar na Via Láctea, da Via Láctea em torno de seu centro e assim por diante. Como ele é um meio que preenche tudo, torna-se a referência básica com relação a todos os sistemas de coordenadas.

O nosso universo é finito, e portanto é um sistema de referência para nós “absoluto”, ou seja, para tudo o que está contido nele. A relatividade existe entre os vários outros sistemas de coordenadas menores que se movimentam dentro do nosso universo. Com referência ao Universo como um todo, que é finito, não ha nenhuma relatividade.

O Criador nos deu a permissão de atuar dentro da Natureza, desde que isso seja feito em obediência às suas Leis Perfeitas. Caso contrário, com o abuso e aplicação errada da força emprestada, somente confusão e desmoronamento, e por fim miséria, desespero, destruição e finalmente morte ocorrerá. Isso observamos por toda a parte, infelizmente.

Como temos o livre-arbítrio, podemos modificar o nosso ambiente segundo nossa própria vontade, seja em que direção for. Se utilizarmos esse arbítrio em sentido coerente, as Leis da Criação, que são as mesmas existentes na Natureza intocada, produziremos riquezas, bem estar, harmonia, valores duradouros. Se direcionarmos nossa vontade contra as Leis da Criação então essa força mais cedo ou mais tarde fará tudo voltar ao natural, como devia ser, ou seja, de acordo com a Vontade do Criador, destruindo automaticamente tudo o que for imperfeito, inclusive os causadores disso. Quem não se esforçar para descobrir o funcionamento das Leis do Criador, e espontaneamente se adequar a elas, acabará por encontrar a segunda morte mencionada na Bíblia, a morte espiritual.

A força da gravidade é também um efeito da vontade superior. Aqui, porém, trata-se do efeito do “afastamento da fonte original” de onde promanou. Como efeito secundário, produz a força de atração para o centro dos astros. Tais aglomerados de matéria estão a distâncias inimagináveis da fonte primordial, e por isso podem exercer atração de tudo para o seu centro, temporariamente. Essas irradiações que atraem estão contidas dentro dos átomos que formam os astros com suas órbitas em equilíbrio provisório, até que a entropia aumente tanto, no circular eterno, que se desintegrem e recebam um novo impulsionar.

Irradiações estão contidas dentro dos átomos. Nas moléculas, essas irradiações atuam modificadamente. As quatro forças conhecidas pela ciência: gravidade, força nuclear forte, fraca e eletromagnética são efeitos dessas irradiações modificadas, conforme suas combinações. Isso pode ser visto em profusão nas Leis da natureza. A luz é a mais evidente forma de irradiação facilmente observada na matéria.

O Professor Feyman explica em seu livro como funciona um detector de fótons. Ele afirma que a luz é uma partícula, porque o detector de luz mede a emissão de luz em quantidades discretas, mesmo que essa luz seja cada vez mais fraca. Contudo, ele mesmo sugere que esse fato poderia ser explicado por causa da falta de sensibilidade do próprio detector. Se o aparelho não fosse capaz de detectar uma emissão de luz suficientemente fraca, então a luz poderia ser um fenômeno ondulatório e a quantificação seria uma limitação do detector. Nesse ponto o Professor simplesmente descarta essa possibilidade, afirmando que todos os detectores foram construídos com sensibilidade suficiente para medir as mais fracas emissões de luz, e que mesmo assim continuavam a detectar o mesmo resultado quantificado, e daí afirmou que a luz é uma partícula. Ele preferiu afirmar que a natureza é absurda ao invés de reconhecer que a ciência não é capaz de fabricar um detector suficientemente sensível e se conformar que a luz é um fenômeno ondulatório apenas.

Desde a teoria da complementaridade apresentada por Neils Bohr (1885-1962) e da dualidade onda-partícula por Louis de Broglie (1892-1987), a luz continua sendo considerada até hoje como dualmente corpuscular e ondulatória. Na realidade, é apenas a mais evidente forma ondulatória irradiante de matéria, como é em essência toda a matéria.

Podemos aceitar, para fins práticos e de cálculo, uma quantização da luz irradiada, porque suas ondas trazem quantidades de energia em grupos concentrados. Mas daí dizer que a luz se reduz a corpúsculos, não condiz com a verdade. As matérias são apenas irradiações que percebemos pela forma e cor. A luz, que também é matéria, nos possibilita ver as formas e cores através de sua reflexão ou absorção causadas pelos outros “corpos”. Todos os “corpos” são campos de força que podem ser sentidos ou detectados, mas em essência não são corpos sólidos.

Nos experimentos de física nuclear, se descobrem cada vez mais partes adicionais dos átomos, as quais são batizadas com nomes variados, como: grávitons, fótons, glúons, quarks, léptons, gauge bósons etc., mas na medida em que se entra na intimidade de um “corpo”, vemos que tudo continua sendo apenas irradiações percebidas em formas.

O ser humano tem que se conformar que não pode investigar além de sua própria constituição. Para poder aprender algo acima de sua constituição, precisa de auxílios superiores. Tem que se tornar novo, abandonando totalmente o velho. Não podemos, por exemplo, perceber o termo infinito e o sentido da eternidade. Isso já não é acessível ao cérebro humano. A ciência, como obra do cérebro humano, é fragmentária e como tal tem de permanecer.

Apenas com os nossos sentidos não percebemos os átomos, moléculas e íons dos quais os corpos atômicos são constituídos. Por essa razão, percebemos os corpos como objetos sólidos e contínuos. Entretanto, já em 1911 Rutherford mostrou em seu experimento que partículas alpha (núcleos do átomo de hélio), podem atravessar sem impedimento folhas de metal. As massas e volumes dos elétrons são milhares de vezes menores do que as massas e volumes dos núcleos dos átomos. Somente um quadrilionésimo do volume de qualquer átomo é preenchido pelo volume de seu núcleo somado aos elétrons de que é constituído. Conseqüentemente, a quase totalidade de qualquer átomo é apenas “espaço vazio”. Para uma comparação simples, os volumes do Sol e de todos os planetas e outros corpos do nosso sistema solar enchem menos do que um trilionésimo (um milionésimo de milionésimo) de seu volume total. Conseqüentemente, os átomos são ainda muito mais “vazios” do que o nosso sistema solar. Por causa do aparentemente espaço vazio, as moléculas e os íons e todos os corpos, incluindo nós mesmos, somos constituídos de “espaço vazio” também. Quando adentramos mais e mais dentro do núcleo, outras sub-partículas aparecem e, novamente, constatamos mais e mais “espaço vazio”.

Conforme expõe o Professor Marmet em seu livro, a velocidade da luz depende do movimento da fonte emissora. Ele afirma isso e demonstra irretorquivelmente esse fato, indo frontalmente contra o que é aceito pela ciência moderna. O chamado “efeito Sagnac”, publicado em 1914 (M.G.J. de Physics, ed.1914,4,177-195) e demonstrado diversas vezes, é uma prova inquestionável disso. Ao contrário do que a ciência atualmente afirma, a luz ou qualquer irradiação eletromagnética leva mais tempo ao caminhar em direção oeste do que em direção leste. Michelson e Gale também confirmaram esse fenômeno com uso de ondas de rádio em 1925, e recentemente Bilger H.R. fez o mesmo com o uso do Laser (IEEE Trans.44,No:2,p.468-470).

O consagrado “efeito Sagnac” está presente nos cálculos matemáticos do GPS (Global Positioning System). Esse conhecido sistema utiliza em seus cálculos essa correção para poder fornecer em tempo real a posição de qualquer veículo em movimento. Ele é usado para definir a posição de aviões em pleno vôo. O sistema GPS necessita de correções caso o avião voe para leste ou oeste. Não fossem esses ajustes ele indicaria posições erradas, inviabilizando o sistema, exatamente porque a fonte emissora se afasta ou aproxima do satélite conforme a direção tomada pelo avião.

Einstein derivou sua fórmula E=m.c² a partir do cálculo da radiação eletromagnética de um elétron se movendo em um campo eletromagnético. Ele generalizou esse resultado, que foi derivado apenas do movimento de elétrons, fazendo-o valer para qualquer ponto de matéria. Sobre isso ele escreveu : “válido também para massas ponderáveis”. Ele igualou energia de irradiação eletromagnética com qualquer outra energia quando disse: “O fato de que a energia retirada de um corpo se torna energia radiante evidentemente não faz nenhuma diferença, porque a massa de um corpo é a medida de seu conteúdo de energia; se a energia muda em E a sua massa muda da mesma forma em E/c².”

Segundo o Prof. Simhony, isso não é inteiramente válido. Espécies diferentes de energia não são necessariamente equivalentes. Certas espécies são mais próximas a uma equivalência, e outras menos. Por exemplo, apenas uma parte da energia térmica de um corpo pode ser convertida em energia mecânica. A energia elétrica é a mais versátil e a que mais se aproxima dessa igualdade, quando convertida em energia irradiante.

Acrescenta ainda o professor Simhony que é muito importante em física ter sempre em mente que fórmulas matemáticas contêm somente quantidades. Se em um lado da equação a fórmula apresenta quantidades e do outro espécies diferentes de energia, então a fórmula equaciona somente quantidades, não espécies diferentes.

Tudo esta mergulhado no antigo “aether” sempre negado pelos grandes cientistas. Galileu foi quase queimado na fogueira ao afirmar que a Terra girava em torno do Sol. Mesmo voltando atrás para livrar-se do suplício, ficou retido em prisão domiciliar até sua morte. Atualmente o mesmo poderá ocorrer simbolicamente a esses verdadeiros cientista que colocam as teorias atuais em cheque. Os dogmas das Igrejas estão caindo no ridículo e os da ciência vão pelo mesmo caminho.

No universo todo, inclusive nessa matéria grosseira, somente existem irradiações que preenchem todo o “espaço vazio”. Pelas variadas combinações, as irradiações se modificam e causam inúmeros efeitos, como se pode observar em todas as substâncias e fenômenos. Não são “corpos materiais” na acepção da palavra mas apenas campos de força provenientes de irradiações. Tudo é incandescido por uma atuação especial de seres ou entes que movimentam e mantêm o funcionamento da natureza nas matérias de todos os astros, vibrando automaticamente na vontade superior. Os seres da natureza não possuem livre-arbítrio e vibram incondicionalmente na Vontade do Criador. Eles são o exército do Criador, e sem a atuação desses entes, que não são da espécie humana, nada haveria de incandescido na matéria grosseira.

Infelizmente, aqui também a raça humana sepultou o amplo conhecimento de outrora da existência e atuação desses seres. Hoje em dia, somente há relatos totalmente distorcidos de sua existência na forma de lendas, mitos e contos de fadas.

 

__________________________________________________________________________

 CONTINUAÇÃO

Ser Humano, espírito humano

ANTERIOR: Causa, Efeito, Livre Arbítrio

Fale com o autor

  Deixe sua opinião aqui

 

INDIQUE ESTE TEXTO PARA UM AMIGO!

Título do texto                                                                                       

Seu nome:

Seu e-mail:  

Nome do seu amigo:  

E-mail de seu amigo:

 

 

 

 

 

 

                             Volta para a primeira página            
PÁGINA ANTERIOR | PÁGINA INICIAL | FALE CONOSCO

Copyright © 2001-2004 by SóCultura.com ® 

Todos os direitos reservados


Título

 aqui
Ut

 


Título aqui
Ut